A Velhice desde os babilônios

“A palavra velhice é carregada de significados como inquietude, fragilidade, angústia. O envelhecimento é um processo que está rodeado de muitas concepções  falsas, temores, crenças e mitos. A imagem que se tem da velhice mediante diversas fontes históricas, varia de cultura em cultura, de tempo em tempo e de lugar em lugar. Esta imagem reafirma que não existe uma concepção única ou definitiva da velhice mas sim concepções incertas, opostas e variadas através da história.”
Neste artigo, os quatro autores repassam a história da velhice desde os Babilônios, Hebreus, da Grécia Antiga e outros momentos históricos até aos dias de hoje.
“Para os Babilônios a imortalidade e formas de como conservar a juventude estiveram muito  presentes. A Grécia Clássica relegava os velhos a um lugar subalterno e a beleza, a força e a juventude eram enaltecidas como se evidenciava para alguns filósofos gregos. Porém, Platão trouxe uma nova visão onde a velhice conduziria a uma melhor harmonia, prudência, sensatez, astúcia e juízo.  Na sociedade romana os anciões tinham uma posição privilegiada.”
No cristianismo, “em escritos de Santo Agostinho, este considerava o pecado igual a velhice: ambos conduziriam à morte. Considerava a velhice como parte da herança de Adão, que preferiu o sofrimento e a morte do que o paraíso e a vida eterna.”
Os convido a leitura.

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