Velhice para que te quero?

E os sonhos do passado
Do passado estão presentes
No amor que não envelhece jamais …

Comentário do Blog: Gosto muito deste Café filosófico que decidi reproduzí-lo .
Juntos, filosofia, história, música e poesia estão aqui para nos lembrar que é tarefa e responsabilidade nossa a invenção das formas de convivência com este novo laço social que o mundo nos oferece.
Nesta conversa, no Café Filosófico do dia 12/08/2012,  o psicanalista Jorge Forbes se encarrega de nos fazer entender essa tarefa. Você tem que ver. Depois comente.

Dou uma nova colherada do  saber e  pensamento de  outra filósofa: “Simone de Beauvoir procurou refletir sobre a exclusão dos idosos em sua sociedade, mas do ponto de vista de que sabia que iria se tornar um deles, como quem pensava o próprio destino. Para ela, um dos problemas da sociedade capitalista está no fato de que cada indivíduo percebe as outras pessoas como meio para a realização de suas necessidades: proteção, riqueza, prazer, dominação. Desta forma, nos relacionamos com outras pessoas priorizando nossos desejos, pouco compreendendo e valorizando suas necessidades.” http://jaueras.blogspot.com.br/

A música tema da palestra é Inverno do meu tempo de Cartola, aqui a sua letra:
Surge a alvorada
Folhas a voar
E o inverno do meu tempo
Começa a brotar
A minar
E os sonhos do passado
Do passado estão presentes
No amor que não envelhece jamais
Eu tenho paz
E ela tem paz
Nossas vidas
Muito sofridas
Caminhos tortuosos
Entre flores e espinhos demais
Já não sinto saudades
Saudades de nada que fiz
No inverno do tempo da vida
Oh! Deus! Eu me sinto feliz.

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