Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade

O Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade (IDL) – Instituto de Longevidade Mongeral Aegon/FGV é resultado da parceria entre o Instituto de Longevidade Mongeral Aegon e a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP). Com este Índice, são reveladas as atuais condições de 498 cidades brasileiras, tendo em vista sua capacidade de atender às necessidades básicas de vida, destacadamente dos adultos mais idosos.

“… entendemos que a nossa iniciativa IDL é mais do que apenas um ranking. Trata-se de uma proposta de mudança de visão e de atitude, implicando em políticas e práticas na promoção do envelhecimento ativo, suportada por uma rede de colaboração constituída por pessoas e instituições. Nesse sentido, cabe destacar aqueles que já têm demonstrado a sua disposição em contribuir com este trabalho de transformação do país.” Wesley Mendes-Da-Silva

Comentário do Blog: O Índice de Desenvolvimento Urbano para a Longevidade,  aqui está apresentado em síntese, mas com o link que permitirá conhecer toda a pesquisa.É um importante instrumento contributivo para a formulação de políticas públicas que envolvam todas as fases  do viver  e do aprendizado do  envelhecer.

Motivação para desenvolver a pesquisa –  A temática das cidades é de grande importância para o propósito do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon: facilitar a participação dos 50+ na sociedade. Se os adultos mais velhos são em número cada vez maior, e habitam principalmente as cidades, mapear e entender o que influencia seu bem-estar nesses espaços é fundamental. Este Índice colabora para a ampla disponibilidade de informações inteligíveis acerca da qualidade de vida dos 50+ nas cidades. Quanto maior for o bem-estar proporcionado, maiores serão as chances de participação.

Objetivo – abranger os cidadãos brasileiros e os gestores públicos.

As variáveis: Cuidados de saúde, Bem estar, Finanças, Habitação, Educação e Trabalho, Cultura e Engajamento e Indicadores Gerais.

Metodologia  – Cobertura nacional – A composição geral dos rankings da nossa pesquisa é baseada em sete variáveis: indicadores gerais, cuidados de saúde, bem-estar, finanças, habitação, educação e trabalho e cultura e engajamento. Cada variável é obtida conforme múltiplos indicadores individuais. Para obter todas as sete variáveis, nós partimos de uma estrutura que contemplou mais de 86 indicadores, para finalmente obter-se o Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade – Instituto de Longevidade Mongeral Aegon/FGV com 65 indicadores.

Em 2014, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informava que o Brasil estava organizado em 5.570 municípios, com população média ao redor de 36.500 habitantes, sendo que 90% dos municípios teriam até 56.600 habitantes. O menor município do Brasil possuía 822 habitantes, e o maior, São Paulo, contava com quase 12.000.000 de habitantes.

Com base nesse perfil optamos por considerar 498 cidades brasileiras organizadas em dois grupos: as Grandes, representadas pelas 150 cidades de maior população, desde São Paulo/SP até Araçatuba/SP, e as Pequenas, representadas pelas cidades com menos de 100.000, e pelo menos 50.000 habitantes, o que permitiu identificar 348 cidades, incluindo desde Itumbiara/GO (com 99.526 habitantes) até Nova Andradina/MS (com 50.010 habitantes). Esse conjunto de cidades está distribuído por todas as cinco regiões do território brasileiro.

Obtenção dos dados

Este Índice utiliza os dados publicamente disponíveis oriundos de fontes oficiais, preferencialmente. Assim, os dados foram coletados em fontes oficiais, tais como Agência Nacional de Saúde (ANS), Ancine, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Ministério das Comunicações, Ministério da Saúde, Ministério da Educação, Ministério da Fazenda, Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), Tesouro Nacional; em instituições acreditadas como Fundação Getulio Vargas, Pnud; e demais instituições como Serviço Nacional do Comércio, Federação Brasileira de Golfe, e Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação. Esta metodologia envolve a criação de novos indicadores, ocasionando alguns desafios ,,,

Aqui no Blog a intenção é informar a existência da pesquisa, mostrar a abrangência e despertar o interesse de conhecê-la. Uma visita a pagina da pesquisa é necessário.

Aqui o IDL  http://idl.institutomongeralaegon.org/sobre-o-idl

Aqui o Relatório da Pesquisa em PDF  file:///C:/Users/jugut/Downloads/IDL-RELATORIO2017.pdf

É importante conhecer o todo.

Imagem: dinheirovivo.pt

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